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Imagem em degradê de fundo claro, simulando nascer do sol
29/10/2022

Depois do dever bem cumprido, colhe-se bons frutos

Natural de Blumenau, Mário Ferreira da Silva foi criado em Balneário Piçarras, depois foi morar em Curitiba com os pais, depois foi trabalhar em Foz do Iguaçu, e depois de aposentado voltou às origens. Atualmente ele mora em Piçarras e leva uma vida tranquila. Viúvo duas vezes, Mário hoje vive com Dafne, que tem três filhos. “Formei uma nova família e assumi as crianças”, diz ele, que também faz artesanato em madeira. “Mas faço isso por prazer, por encomenda de alguém, ou mesmo para presentear as pessoas”.

Do primeiro casamento ele teve três filhos, Maurício, que também é aposentado da Itaipu e mora em Foz do Iguaçu; Maira, que vive em Porto Alegre, e Marcelo, já falecido. Tem também seis netos e duas bisnetas.

CARA OU COROA?

Antes de trabalhar na Itaipu, Mário morou 35 anos em Curitiba, trabalhava na Delegacia do Ministério da Fazenda, e não pensava em mudar de emprego, tão pouco de cidade, até que um dia, passando férias em Piçarras conheceu Mário Violante da Costa, diretor da Divisão de Topografia de Itaipu, que o convidou para trabalhar na Usina. “Era no início da obra e ele me ofereceu o dobro do que eu ganhava, pois a empresa estava começando a formar seu quadro de pessoal”, conta Mário, que trabalhava há 20 anos no Ministério, tinha estabilidade e segurança profissional. E embora receoso de trocar o certo pelo duvidoso, aceitou o convite. Mas a família ficou em dúvida. “Fizemos um sorteio e a maioria vencedora decidiu que iríamos para Foz”.

VIDA NOVA

No início de 1978 ele assumiu o cargo de Auxiliar Técnico na Itaipu. Morou um mês com um cunhado, e quando a família chegou foram morar em uma casa cedida

pela empresa, na Vila A, onde viveram até Mário se aposentar.

“Foi um privilégio trabalhar na Itaipu, peguei a construção da usina do começo ao fim, porque depois foi só a geração de energia. Agradeço de joelhos tudo que a

Itaipu fez por mim. Eu trabalhava bastante, mas os finais de semana eram muito animados, íamos às festas no Floresta Clube, onde fui diretor do Departamento

de Tênis. Foram bons tempos”, comenta.

TRANQUILIDADE

De olho no futuro, Mário aderiu à Fibra assim que foi criada. “Acho que fui um dos primeiros a me aposentar pela Fundação, meu número é 509. Ainda me faltavam uns anos, mas aproveitei um incentivo concedido pela Itaipu à época, e saí um pouco antes”, diz ele, que agora vive numa boa na beira do mar. “Piçarras é uma cidade pequena e tranquila, não tem balada, mas se me convidam para uma festa eu vou”, diz ele. Aliás, animação não lhe falta. Mário tem facilidade para se comunicar com as pessoas e fazer amigos, é de riso fácil, e apesar dos 77 anos, é bem disposto, seja para trabalhar ou passear, e sempre que pode viaja para visitar os filhos.

Essa é a trajetória de Mário, que finalizou a entrevista com um recado que diz um pouco do como foi a sua própria vida: para quem quer ser um bom profissional é preciso ser correto, cumpridor do seu dever, e trabalhar com amor, assim nem você nem a empresa têm problemas.

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